Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (136)

Nas relações humanas principalmente no trabalho, existem apenas 3 regras.
1 - Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A possibilidade de  uma pessoa se lembrar de um favor que alguém lhe fez vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, esse favor será esquecido. Não adianta tentar receber. Mas a possibilidade de alguém se lembrar de uma desfeita mantém-se estável, não importa quanto tempo passe: por exemplo se alguém estendeu a mão para cumprimentar alguém em 2000 e a pessoa ignorou a mão estendida, nós ainda nos lembramos nos dias de hoje.
 2 - A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, será cobrado, e com juros.
 3 - Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois ou mudar de emprego ou de interesses.
 Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar como nós estamos quando andamos meios desaparecidos. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que nós ligamos para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante uma longa carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos, na verdade só fez colegas e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece óptimo. Mas não é. A Lei da Perversidade Profissional diz que, no futuro, quando nós precisamos de ajuda, é possível que quem mais poderá ajudar-nos é exactamente um daqueles poucos amigos.
 Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exactamente aqueles que tem boa memória, e segundo o ditado popular, os amigos vem e vão, os inimigos acumulam-se. Depois não digam como o outro (mandante): amigos tive dois, um morreu, era excelente o outro, era melhor do que eu e por isso o fo…

publicado por portovoluntario às 17:46
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Domingo, 10 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (135)

Quantas vezes penso em desistir, deixar de lado, o ideal, os sonhos; Quantas vezes saio de cena, com o coração amargurado pela injustiça; Quantas vezes sinto o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir, porque a quem é devida não sabe, não quer saber; Quantas vezes sinto a solidão mesmo cercado de pessoas; Quantas vezes falo e nem sequer sou ouvido ou notado. Quantas vezes luto por uma causa perdida; Quantas vezes volto para casa com a sensação de derrota; Quantas vezes aquela lágrima, teima em cair, justamente na hora em que preciso de parecer mais forte; Quantas vezes peço à Deus um pouco de força, um pouco de luz, e a resposta vem, seja lá como for, através de um sorriso, um olhar cúmplice, um aceno, um gesto de amor;  E eu que não sou teimoso insisto.

Insisto em prosseguir, em acreditar, em transformar, em partilhar, em estar, em ser, tal como o meu avô me ensina todos os dias; Ele diz também que Deus existe, insiste em nos abençoar, em nos mostrar o caminho, aquele mais difícil, mais complicado, mais bonito. E eu insisto em seguir, porque acredito que, tal como alguns dos meus colegas temos uma missão, servir, sem nos servirmos

Um antigo colega nosso que não se encontra já entre nós disse-me mais ou menos isto – Nunca deixes aquilo que amas por aquilo que desejas, porque aquilo que tu desejas um dia deixa-te pelo que ama. Penso que disse bem….Bahia.

publicado por portovoluntario às 17:51
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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (134)

O que queriam dizer os elementos reunidos na sala especial quando atiraram à cara do oferecido com estas bocas? Ele ficou tão espantado que quer a toda a força colocar na vitrina para enaltecer os seus autores, mas não há forma de lhe chegarem com os tinteiros, mesmo dos reciclados. Andam a fazer boicote. Só podem.

- Quem cedo madruga... encontra tudo fechado (será os dos horários da manhã, ou aqueles que não dormem mas dizem que dormem?)

- Diz-me com quem andas... e se for boa manda-ma (Só podem ser aqueles que são ciumentos ou os que chegaram á conclusão que temos que ser piores que eles)

- Amor distante... felizes os quatro (são os mesmos que irradiam felicidade em pares alternados…esta é fácil)

- Cavalo dado...tem que ser roubado (aqui só o cavalo é que é a fazer de conta…o resto todos sabemos… esta á fácil)

- Fá-lo bem... sem olhar com quem (são aqueles que não conseguem dissimular mesmo quando já todos sabem que são uns desastres)

- Por trás de todo o homem que triunfa... há sempre uma mulher surpreendida (Só aqui o triunfo é discutível…mas esta é fácil também)

- Quando um milionário vai desta para melhor...os herdeiros também (aqui o milionário é a fazer de conta…também é fácil)

- O amor é cego... só o casamento pode devolver-lhe a visão (são enormes as contrariedades e há ainda os que têm, obrigatoriamente de usar óculos…esta não é nada fácil)

- O trabalho em equipa é essencial, permite-te por as culpas noutro (são poucos os eleitos e enormes os anormais)

- Mais vale prevenir... que amamentar (é fácil prever o desenlace, difícil é poder fazer algo pelos outros)

- O último a rir... não percebeu a piada (chegam sempre depois mas querem ser o centro das atenções mesmo contra a vontade geral….esta não é nada difícil)

publicado por portovoluntario às 17:24
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Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (133)

Recebi este texto. Gostei e aqui está ele. Nada alterei como pode verificar o seu suposto autor, do qual retirei do email, leva-me a verificar que apesar de tudo quem vive à custa dos outros não é inteligente. Os que têm responsabilidades é que são cegos. Parece-me também algo confuso, o que, vindo de quem, supostamente, vem, também não é de estranhar. Convém criar cenários terríveis para se perder tempo, não vá alguém acordar para a realidade e verificar que não serve.  (segue o texto)

-Venho através desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria dos adultos. Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as ideias de uma criança de 6, 7 ou 8 anos, no máximo. Quero acreditar que o mundo é justo e que todas as pessoas são honestas e boas. Quero acreditar que tudo é possível. Quero que as complexidades da vida passem despercebidas por mim, e quero ficar encantado com as pequenas maravilhas deste mundo. Quero de volta uma vida simples e sem complicações. Cansei-me dos dias cheios de computadores que falham, montanhas de papeladas, notícias deprimentes, contas a pagar, fofocas, doenças e, da necessidade de atribuir um valor monetário a tudo o que existe!!! Não quero mais, ter que inventar jeitos para fazer o dinheiro chegar até ao dia do próximo vencimento. Não quero mais ser obrigado a dizer adeus às pessoas queridas e, com elas, a uma parte da minha vida! Quero ter a certeza de que fiz tudo para merecer isto, por isso tudo está direitinho neste mundo. Quero viajar na roulotte que construi com o esforço e a sabedoria de outros, à volta do mundo assim género barquinho de papel que vou navegar numa poça deixada pela chuva. Quero jogar pedrinhas na água na rua onde cresci todo sujo, e ter tempo para olhar as ondas que elas formam. Quero achar que as moedas de chocolate são melhores do que as de verdade, porque podemos comê-las e, ficar com a cara toda lambuzada, mesmo deslocando a placa. Quero achar que chicletes e gomas são as melhores coisas da vida, embora seja meio obeso resultante de nada fazer!

Quero ficar feliz quando me trouxerem as coisas boas a que tenho direito por obrigação de uns tansos, comer a fruta deles e ouvi-los dizer que sou o seu melhor amigo. Quero poder passar as tardes sem fazer nenhum como agora, poder ir à praia na hora de almoço, e fazer quartéis e mais quartéis de areia que uns tantos acreditam que funcionam. Quero ter amigos que me orientem para coisas boas, porque isto de estar a trabalhar (não é assim, mas se dissesse se outra forma ninguém percebia) só faz com que se perca tempo e já todos viram que não valho nada. Continuo a orientar-me mas já não é a mesma coisa. Quero que as maiores competições em que eu tenha de entrar sejam aquelas onde só eu saiba o regulamento, ler, e, principalmente, fazer o menos possível, com a vitória garantida. Quero voltar ao tempo em que tudo o que eu sabia, era o nome das cores, a tabuada e o nome dos bófias amigos, e que isso não me incomodava nadinha, porque eu não tinha a menor ideia de quantas coisas eu ainda não sabia. Quero voltar ao tempo em que se era feliz, simplesmente porque se vivia na bendita ignorância da existência de coisas que nos podiam preocupar ou aborrecer, não como agora que embora nada faça ainda me pagam. Não é a mesma coisa. Quero ser criança de novo para querer e poder acreditar no poder dos sorrisos, dos agrados, das palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia. Quero estar convencido, de que tudo isso vale muito mais do que o dinheiro que eu levo. Sei que é muito para o que faço mas isso deve-se ao meu grande carácter, que exige mais e mais, ou não estivessem os meus acólitos a seguir-me, quais cordeirinhos.

A partir de hoje, isto é com vocês, porque eu estou a demitir-me da vida de adulto, mas quero continuar a receber o meu….quero ser criança de novo mas burro….não. Quero que os seguidores deste blog continuem preocupados, porque enquanto eles se preocupam, não comem, não dormem, são responsáveis, eu vou levando a vidinha que eles querem que eu leve. Eu fico contente, mas eles, principalmente os mais sérios e preocupados que são muito poucos, continuam a fazer para que eu continue a saga.

Depois digam que eu tive a ideia das bicicletas! Chamam-me confrade ou mandante neste blog, mas não me importo, se quiserem publicar publiquem. 

(mando este texto porque já temos Confradita, que o estrangeiro põe onde sabe que ela não pode sair, pelo menos nas horas em que está de serviço.)

publicado por portovoluntario às 17:37
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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (132)

Nasceu em Dublin a 16 de Outubro de 1854, e morreu em Paris a 30 de Novembro de 1900. Foi dramaturgo, escritor e poeta irlandês. Expoente da literatura inglesa durante o período vitoriano, sofreu enormes problemas pela sua condição homossexual, sendo preso e humilhado perante a sociedade: São dele as frases que se seguem (4-fim)

- Não deixe de perdoar os seus inimigos - nada os aborrece tanto.

- Experiência é o nome que damos aos nossos erros

- Não é o perfeito, mas o imperfeito, que precisa de amor

- Nenhum homem é suficientemente rico para comprar o seu passado

- As pessoas mais interessantes são os homens que têm futuro e as mulheres que têm passado

publicado por portovoluntario às 17:38
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Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (131)

Nasceu em Dublin a 16 de Outubro de 1854, e morreu em Paris a 30 de Novembro de 1900. Foi dramaturgo, escritor e poeta irlandês. Expoente da literatura inglesa durante o período vitoriano, sofreu enormes problemas pela sua condição homossexual, sendo preso e humilhado perante a sociedade: São dele as frases que se seguem (3)

- As boas intenções têm sido a ruína do mundo.

- As únicas pessoas que realizaram qualquer coisa foram as que não tiveram intenção alguma.

- Sou contra os noivados muito prolongados. Dão tempo às pessoas para se conhecerem melhor, o que não me parece aconselhável antes do casamento.

- A coerência é a virtude dos imbecis;

- Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo 

publicado por portovoluntario às 17:47
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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (130)

Nasceu em Dublin a 16 de Outubro de 1854, e morreu em Paris a 30 de Novembro de 1900. Foi dramaturgo, escritor e poeta irlandês. Expoente da literatura inglesa durante o período vitoriano, sofreu enormes problemas pela sua condição homossexual, sendo preso e humilhado perante a sociedade: São dele as frases que se seguem (2)

- A melhor maneira de começar uma amizade é com uma boa gargalhada. De terminar com ela, também

- Toda a gente é capaz de sentir os sofrimentos de um amigo. Ver com agrado os seus êxitos exige uma natureza muito delicada.

- Devem-se escolher os amigos pela beleza, os conhecidos pelo carácter e os inimigos pela inteligência.

- Os velhos acreditam em tudo, as pessoas de meia-idade suspeitam de tudo, os jovens sabem tudo.

- O matrimónio é uma experiência, e cada experiência tem o seu preço

publicado por portovoluntario às 17:16
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Domingo, 3 de Outubro de 2010

AGULHETADAS (129)

Nasceu em Dublin a 16 de Outubro de 1854, e morreu em Paris a 30 de Novembro de 1900. Foi dramaturgo, escritor e poeta irlandês. Expoente da literatura inglesa durante o período vitoriano, sofreu enormes problemas pela sua condição homossexual, sendo preso e humilhado perante a sociedade: São deles as frases que se seguem (1)

- A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo.

- Para ser popular é indispensável ser medíocre.

- A vida é muito importante para ser levada a sério.

- O pessimista é uma pessoa que, podendo escolher entre dois males, prefere ambos

- Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal

publicado por portovoluntario às 17:41
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Sábado, 2 de Outubro de 2010

E DEPOIS NÓS É QUE PAGAMOS

Um homem entra no salão de barbearia, e pergunta:
- Quanto tempo falta até chegar a minha vez?
O barbeiro olha em volta do seu salão, e responde:
- Mais ou menos 2 horas, amigo!
 O homem sai.
Passam mais alguns dias e o mesmo homem volta à barbearia e pergunta:
 - Quanto tempo falta até chegar a minha vez?
O barbeiro olha de novo em volta,  e à porta do seu salão, e responde:
- Mais ou menos 3 horas, nunca menos!.
O homem sai.
Passa uma semana e o mesmo homem entra na barbearia e pergunta de novo:
- Quanto tempo demora até chegar a minha vez?
O barbeiro olha em sua volta e responde:
- Mais ou menos 1 hora e meia, para mais!
O homem sai.
O barbeiro vira-se para um seu amigo que roça as esquinas na rua e diz-lhe:
- Ouve lá, faz-me só um favor! Segue aquele gajo e vê para aonde ele vai. O gajo sempre que  entra aqui, pergunta quanto tempo até a sua vez, mas nunca mais volta.
Uns minutos depois, o costas ao alto que só tem medo da água, regressa ao salão a matar-se de rir histericamente.
O barbeiro curioso pergunta-lhe: - Então? Onde é que ele vai depois de sair daqui?
O amigo meio metadona levanta a cara, enxuga as lágrimas, pára de dar gargalhadas e responde-lhe: - O gajo quando sai daqui vai p'ra tua casa, meu!.

publicado por portovoluntario às 17:57
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

BRINCA, BRINCA

- A pomba é a ave da paz (branca) (é por isso que só temos pombais nas traseiras);

- a mulher é a  paz…do passarinho;

- o homem….busca a paz para o seu passarinho;

- o solteiro…não deixa o seu passarinho em paz;

- A solteira…conhece o passarinho mas não a paz;

- a divorciada….perdeu a paz e o passarinho;

- a viúva…perdeu o passarinho e a paz;

- O viúvo…perdeu a paz do passarinho;

- a casada…tem o passarinho certo e a paz;

- o casado….tem paz para o seu passarinho;

- o velho…tem o passarinho em paz;

- a velha….deveria estar em paz, mas está sempre a pensar no passarinho;

- o Gay….quer a paz pela frente e o passarinho por trás;

 

Aviso – cada um tem de ler isto pelo menos três vezes, ou o seu passarinho morrerá na mão e nunca terá paz, e, se for mulher, perderá o passarinho que mais quer.

Este texto foi recebido por email. Não acredito muito nisto de gurus e outras coisas parecidas. Eu li umas dez vezes. Com o passarinho não se brinca

publicado por portovoluntario às 17:23
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