Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

AGULHETADAS (107)

Quando um VENCEDOR comete um erro, diz: Enganei-me, e aprende a lição.

Quando um DERROTADO comete um erro, diz: A culpa não foi minha, e responsabiliza terceiros.

 

Um VENCEDOR sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.

Um DERROTADO sente-se vítima perante uma adversidade

 

Um VENCEDOR sabe que o resultado das coisas depende de si.

Um DERRROTADO acha-se perseguido pelo azar

 

Um VENCEDOR trabalha muito e arranja sempre tempo para si próprio.

Um DERROTADO está sempre muito ocupado e não tem tempo sequer para os seus.

 

Um VENCEDOR enfrenta os desafios um a um.

Um DERROTADO contorna os desafios e nem se atreve a enfrentá-los

 

Um VENCEDOR compromete-se, dá a sua palavra e cumpre.

Um DERROTADO faz promessas, não mete os pés a caminho e quando falha só se sabe justificar

 

Um VENCEDOR diz: Sou bom, mas vou ser melhor ainda.

Um DERROTADO diz: Não sou tão mau assim; há muitos pior que eu.

 

Um VENCEDOR ouve, compreende e responde.

Um DERROTADO não espera que chegue a sua vez de falar.

 

Um VENCEDOR respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.

Um DERROTADO resiste a todos os que sabem mais e apenas se fixa nos seus defeitos.

 

Um VENCEDOR sente-se responsável por algo mais que o seu trabalho.

Um DERROTADO não se compromete nunca e diz sempre: Faço o meu trabalho e é quanto basta

 

Um VENCEDOR diz: Deve haver uma melhor forma de o fazer. . .

Um DERROTADO diz: Sempre fizemos assim. Não há outra maneira.

 

Um VENCEDOR é PARTE DA SOLUÇÃO.

Um DERROTADO é PARTE DO PROBLEMA.

 

Um VENCEDOR consegue ver a parede na sua totalidade.

Um DERROTADO fixa-se no azulejo que lhe cabe colocar.

 

Um VENCEDOR passa e vive estes ensinamentos aos amigos...

Um DERROTADO lê e só não destrói porque não consegue

publicado por portovoluntario às 17:41
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Terça-feira, 20 de Julho de 2010

AGULHETADAS (106)

Agradeço o email recebido. Não estranho a linguagem usada. Vou omitir o endereço porque parece haver algum oportunismo. Quanto ao Facebook e Hi5, não obrigado. Aqui fica a história recebida.

A criatura é tão estranha que um destes dias em conversa, confidenciou que se tinha divorciado. Foi ao armário pegar num montão de folhas e mostrou a quem quis ver. O juiz aceitou e deu-lhe o divórcio por compatibilidade de feitios. Eu perguntei, olha lá não é ao contrário? A mulherzinha responde: Não, claro que não. Eu disse ao juiz, é mesmo compatibilidade:
Eu gosto de cinema, o meu marido também!
Eu gosto de ir à praia, ele também!
Eu gosto de ir ao teatro, ele também!
Eu gosto de homens e ele também!

 

Fiquei de boca aberta, e, vendo bem, libertou-se

publicado por portovoluntario às 17:52
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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

AGULHETADAS (105)

Como ser educado no local de trabalho para evitar o

 STRESS..Depois dizem que eu não tento colaborar para a serenidade do ambiente de trabalho. Isto significa muitas noites a pensar. Fazia uma cópia para cada um, mas quem assinava?

Em vez de: CAGANDO E ANDANDO!

Usar: Não vejo razão para preocupações.

Em vez de: MAS QUE CARA..... O QUE EU TENHO A VER COM ESTA M…..A?

Usar: Inicialmente eu não estava envolvido(a) neste projecto.

Em vez de : FO....-SE. NÃO VAI LÁ, NEM À LEI DO CARA........!

Usar: Há razões de ordem técnica que impossibilitam a concretização da

tarefa.

Em vez de : Pu…..A DE M……..A, NÃO HÁ NENHUMA VACA QUE ME FALE ASSIM!

Usar: Precisamos melhorar a comunicação interna.

Em vez de : NA BUNDA É UM DESCANSO!

Usar: Talvez eu possa trabalhar até mais tarde.

Em vez de : O GAJO É UMA M………A!

Usar: Ele não está familiarizado com os problemas.

Em vez de : BANDO DE FILHOS DA P.....!

Usar: O responsável do projecto não ficou satisfeito com o resultado

do trabalho.

Em vez de : FO....-SE! DESENRASCA-TE!

Usar: Infelizmente, não posso ajudar.

Em vez de : METE ESSA MERDA NO ……!

Usar: Está muito bem, mas por favor refaça esta parte do trabalho.

Em vez de : ESTA M….. ESTÁ INDO PR'O CARA.........!

Usar: Os índices de produtividade da empresa estão a apresentar uma

queda sensível.

Em vez de : ESTÁ TUDO F……DO!

Usar: Este projecto não vai gerar o retorno previsto.

Em vez de : EU SABIA QUE IA DAR M……..!

Usar: Desculpe, eu poderia ter alertado, se tivesse sido consultado.

Em vez de : FO.....-SE! VAI SAIR CAGADA OUTRA VEZ!

Usar: Apesar do esforço, teremos outra contrariedade.

Em vez de : NEM QUE TE F…….S!

Usar: Não tenho a certeza se vai ser possível.

Em vez de: QUERES MOINAR?

Usar: se fores esperto(a) ganhas quanto queres.

Em vez de: EU É QUE SEI

Usar: os incultos são escravos dos oportunistas.

publicado por portovoluntario às 17:49
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Domingo, 18 de Julho de 2010

AGULHETADAS (104)

A vontade é tanta de fazer serviços que todos os dias estão a bater recordes. Este foi de velocidade. Se não se tivesse conhecimento da multa, ninguém acreditava na argumentação. Já lhe chamam o super-elemento. Argumentação do oferecido que foi apanhado a 250 Km/h numa estrada onde o limite era de 70.

 

Sr. Dr. Juiz,

 

V. Exa. sabe quem eu sou, o que faço, donde venho e onde quero chegar. Confirmo que vi na estrada a marca 70 em números negros inscritos num círculo vermelho, sem qualquer informação de unidades.

Ora como sabe, a Lei de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório em Portugal o Sistema Métrico, e o Decreto 65-501 de 3 de Maio de 1961, modificado de acordo com as directivas europeias, define, COMO UNIDADE DE BASE LEGAL, as unidades do Sistema Internacional, SI. Poderá confirmar tudo isso no site do Governo.

Ora, no Sistema SI, a unidade de comprimento é o "Metro", e a unidade de Tempo é o "Segundo". Torna-se portanto evidente que a unidade de Velocidade é o "Metro por Segundo". Não me passaria pela cabeça que o Ministério aplicasse uma unidade diferente.

Assim sendo, os 70 Metros por Segundo correspondem exactamente a 252 Km/h. Ora a Polícia afirma que me cronometrou a 250 Km/h o que eu não contesto. Circulava portanto 2 Km/h abaixo do limite permitido.

Esperando a aceitação dos meus argumentos, não acredito que me retire temporariamente a carta e muito menos me multe. Sabe V. Exa. que o dinheiro é muito preciso para comprar tinteiros, pagar alimentação de uns poucos nos restaurantes perto do quartel, e muito importante, juntar algum para comprar um pneu de cada vez.

publicado por portovoluntario às 17:18
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Sábado, 17 de Julho de 2010

AGULHETADAS (103)

Uma velha já praticamente não andava e pagava aos confrades os passeios diários do seu velho rafeiro.
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu conta que estava perdido.
Vagueando na quinta do Covêlo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebeu que um jovem cão Terrier o vira e caminhava em sua direcção, com a firme intenção de conseguir uma boa luta, quiçá um bom naco do pescoço. O velho cão pensou depressa (pois os velhos pensam depressa): - Oh, oh! Estou mesmo enrascado!
Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão muito próximo de si. Em vez de se apavorar mais ainda, o velho cão, ajeitou-se junto do osso mais próximo e começou a roê-lo, virando as costas ao inimigo, fingindo que não o tinha visto. Quando o Terrier estava muito perto, a faltar um pequeno salto afim de o abocanhar, o velho cão exclamou bem alto: Este terrier estava delicioso, será que há outros por ai?

Ouvindo isto o jovem terrier, com um terrível arrepio na espinha, suspendeu o seu ataque já quase começado, esgueirou-se na direcção das árvores e pensou: Caramba! Essa foi por pouco! O velho rafeiro quase me apanhava!...

Um esquilo, numa árvore perto, viu a cena toda e logo imaginou como fazer bom uso do que vira. Em troca de protecção para si, informaria o terrier que o cão não tinha comido nada que se parecesse, muito menos um cão.

E assim foi, rápido, em direcção ao terrier. Mas o velho cão viu-o a correr na direcção do mete medo em grande velocidade e pensou:  - Aí há marosca...

O esquilo logo alcançou o perigoso, cochichou-lhe o acontecido e fez um

acordo com ele. O jovem cão perigoso ficou furioso por ter sido enganado e disse:
- Ó esquilo, sobe para as minhas costas para veres o que vai acontecer àquele cão velho...Agora, o velho cão via um terrier a espumar-se, furioso, a ir na sua direcção, com um esquilo nas costas e pensou rápido novamente:
- E agora, o que é que eu faço?
Mas em vez de correr, pois sabia que as suas pernas cansadas não o levariam longe, sentou-se, mais uma vez de costas para os agressores, fazendo de conta que não os via... Quando estavam suficientemente perto para ouvi-lo, o velho cão disse:

- Mas onde é que anda o sacana daquele esquilo? Estou a morrer de fome!... Disse que me traria outro terrier e até agora nada!... Moral da história:
Não te metas com um cão velho... Idade, habilidade, trafulhice, diz que não diz, oportunismo e sobrevivência custe o que custar sobrepõem-se à juventude e à intriga. Sobreviver à custa dos outros só se consegue quando se é um velho cão rafeiro.

publicado por portovoluntario às 17:34
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Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

AGULHETADAS (102)

Um coelhinho felpudo estava a fazer as suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo exactamente o mesmo. O urso vira-se para ele e diz: - Hei, coelhinho, perdes pêlo? O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu: - De forma nenhuma, descendo de uma linhagem muito boa...
Então o urso pegou no coelhinho e limpou-se com ele. Moral da História: Devemos ter cuidado com as respostas precipitadas. Devemos pensar bem nas possíveis consequências antes de responder.

No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Olá amigo urso! Com toda essa pinta de bravo, forte e machão, vi-te ontem numa atitude homossexual com um coelhinho felpudo.
Já contei a toda a malta!!! Moral da história:

Podemos ser sacanas para alguém, mas devemo-nos lembrar que há sempre alguém mais sacana que nós. O problema nos bombeiros do porto é que quem elege e escolhe os líderes não é o pessoal que lê as notícias nos jornais, mas quem faz deles papel higiénico. Nem é preciso preocupação acrescida. É preciso poupar

publicado por portovoluntario às 17:48
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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

AGULHETADAS (101)

E estagiário a dar os primeiros passos nas lides bombeirísticas, está sentado na primeira fila da instrução. O impulsionador mor da formação, para filar uns jantares e ficar longe de casa, que diz que sabe, mas que nada sabe, começa por se apresentar. Não disse como apareceu nos bombeiros do porto, mas foi dizendo que está muito feliz, os amigos, a família e uns quantos que o estão a seguir nas pisadas de se mudarem, sabe-se lá porquê. Depois de uma longa seca a ouvir coisas sem interesse, onde, inclusive viram parte da roupa interior dourada, o nosso oferecido lá foi pedindo aos estagiários e acompanhantes exemplos de coisas de excitantes:
- O café! - responde a menina à direita; - Muito bem - diz o artista; - O álcool! - responde o pequeno de caracóis; boa, é assim mesmo meu, responde o sr. doutor. - Uma mulher nua! - responde o reguila que já trata por tu toda a gente. O oferecido com os vidros embaciados fala-lhe num tom de voz severo:
- Tu não falas assim para mim. Sabes quem eu sou? Pareces um puto. Não tens educação. Tens de aprender. Ninguém conhece a tua família. Diz ao teu pai para aparecer um destes dias no meu gabinete. Quero falar com ele.

Outros foram dando exemplos e já não chegou a haver intervalo, todos encomendaram sandochas e ficaram a fazer monte pela noite dentro.
No dia seguinte o sr. doutor  repara que o reguila está sentado na última fila, quase a sair pela porta..
Ele pergunta – Oh meu, deste o recado ao teu velhote? - Sim, senhor segundo. - O que é que ele te disse?
- Ele disse-me: se esse gajo é artista, oferecido, habilidoso, ardiloso e oportunista e não fica excitado com uma mulher nua com o exemplo que deste, afasta-te, é gay. Filho fica longe dele. Esse tipo de gajos não interessam a ninguém. Sr. doutor é o que estou a fazer!

publicado por portovoluntario às 17:21
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Como foi a relação dos índios com a gripe?

Desastrosa!, dizem os especialistas, principalmente pessoal ligado a enfermagem. Segundo eles, no início da colonização as crises de gripe provocaram muitas mortes entre os índios. Eles não tinham anticorpos contra os vírus dos recém-chegados da Europa e África. No século XX, ainda, houve surtos bastante fortes, principalmente nos anos 20 e na década de 40.

Todos nós nos lembramos do surto que recentemente deu muito guito aos inventores da vacina. Já se fala que neste inverso vai haver mais. Os mexicanos são assim, não deixam nada para trás. Quem não se lembra que no principio não faltavam batas, luvas, máscaras e depois quando já ninguém queria fazer serviços e não havia qualquer surto mais, já pouco importava o contágio. Quando ouvimos o residente e agora a amiga falarem, nos serviços que se fizeram, foram sempre na maior. Não nos podemos esquecer das enxaquecas de uns quantos. Sempre os mesmos. Hoje esperam-se novidades se houver tinteiros reciclados.

publicado por portovoluntario às 09:54
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

AGULHETADAS (100)

A tal que se ofereceu para não ficar sozinha em casa, andava desgostosa. Numa dsas poucas vezes que andou a pé deu por si na Ponte da Arrábida, o olhar fixamente o rio. Pensou em atirar-se. Mais e pouco e decidida lá ia quando um mariola, vestido de marinheiro lhe aparece: - Eh, pá, miúda, não faças isso!
-Sim! Vou atirar-me! A minha vida é uma desgraça! O meu marido não sai dos bombeiros. Já todos viram o que ele quer. Ele pensa que sabe, mas não sabe e depois quem sofre sou eu. Estou farta.
-Não faças isso! Olha, o meu navio está de partida para o Brasil. Porque é que não vens comigo e pensas melhor durante a travessia?
Chegando lá, se ainda te quiseres matar, pelo menos ficaste a conhecer o Brasil...
A coitada achou a proposta razoável e seguiu com ele. Beberam um copo pelo caminho e pela calada da noite lá entrou para o porão do navio, onde viajaria clandestinamente.
Durante duas semanas o marinheiro visitava a loira à noite, levava-lhe
comida e água e dava-lhe claro, a assistência necessária. Todos os dias, comida, água e pimba.
Um dia, o dono do barco, a pensar em fazer umas pequenas alterações, fez uma inspecção ao porão do navio e descobriu a pequena.
Ela não teve outra alternativa senão contar-lhe a verdade: -Sabe meu senhor, eu estou aqui a viajar para o Brasil, porque um marinheiro salvou-me da morte.
Todas as noites ele traz comida e água e, como agradecimento, eu deixo-o transar. Fizemos este acordo até chegarmos ao Brasil. Ainda falta muito para lá chegar? Preciso de um banho, de apanhar sol.
- Não sei, menina. Mas  por enquanto, este barco só faz a travessia Cantareira - Afurada e volta...!

 E lá chorou o nosso vidrinhos a volta de seu amor depois de oito dias desaparecida.

publicado por portovoluntario às 17:41
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Como os faraós eram embalsamados?

Os confrades são ciumentos. Nunca pensei que iam pedir posts. Este foi pedido pelo Ambrósio.

Em primeiro lugar, cérebro, intestinos e outros órgãos vitais eram retirados. Nessas cavidades, colocavam-se resinas aromáticas e perfumes. Depois, os cortes eram fechados. Mergulhava-se, então, o cadáver num tanque com nitrato de potássio (salitre) para que a humidade do corpo fosse absorvida. Ele permanecia ali por setenta dias. Após esse período, o corpo era lavado e enrolado numas tiras de algodão, com centenas de metros, embebida em betume, uma substância pastosa. Só aí o morto ia para a tumba. Esse processo conservava o cadáver praticamente intacto por séculos. A múmia do faraó Ramsés II, que reinou no Egipto entre 1304 e 1237 a.C., foi encontrada em 1881 apenas com a pele ressacada. Os cabelos e os dentes continuavam perfeitos.

Já se fala neste métodos, ou mais para a frente, para conservar a acção do oferecido naqueles dias azuis, de grandes ideias e acções mirabolantes para nos fazer acreditar que não faz outra coisa que seja pensar em todos nós. É mentira. O coelhinho anda às voltas, quem sabe para uma toca já muito usada, mas oportuna na sua condição de actor ou não fossem as necessidades prioridades para puxar para si o que for dos outros.

publicado por portovoluntario às 09:37
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